segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Vá, sem medo, para servir

Um mês depois da Jornada Mundial da Juventude/VII Meeting em São Paulo e no Rio de Janeiro, desejo comunicar algumas impressões e experiências. Quem tem acesso ao facebook ou outras redes sociais já teve a possibilidade de ver fotos e sentir as ressonâncias deste acontecimento que envolveu toda a Igreja, os aeroportos internacionais e muitas missionárias e missionários da Imaculada.

Um obrigada especial para Laida e Ryan que empenharam-se durante meses na preparação de todos os aspectos logísticos, junto com a Angela Morais, Edvanda e os jovens da MI.

As duas comunidade do Brasil estiveram envolvidas de uma forma especial. Um agradecimento todo especial à comunidade de São Bernardo, que acolheu com muita generosidade as diferentes proveniências. No começo de julho chegou Laura Magni, com o compromisso de ideliazar, desenvolver e acompanhar a mostra da Milícia Internacional e Nacional na Expocatolica. Neste setor, esteve presente Marisa, juntamente com Roberto Mario, e diversos leigos da MI.

Lourdes trabalhou na cobertura por meio da rádio através da Rede Católica de Rádio (RCR) e da Rádio Catedral, da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Brunella registrou tudo aquilo que pode e com certeza muitas bandeiras. Da Argentina chegou um grupo de jovens e adolescentes com Gabriela Rodigues e se inseriram na "Semana Missionária" na paróquia dos Padres Julio Caprani e Clemilson Teodoro. Além de M. Emilia, jovem em formação, e Tomás Salgueiro. Depois os jovens da Bolívia, junto com Maxima, Gabriela e Veronica. Stephanie, uma jovem da Califórnia representou aquela terra, e depois os últimos, também porque esperamos uma noite em Monaco, os jovens italianos. Lurde nos esperava em São Bernardo.

O encontro com o Papa no Santuário de Aparecida foi muito lindo. Partimos no tempo certo para chegar em tempo... mas naturalmente a Basílica estava completamente lotada de pessoas. O fato de ter estado ali é um dom especial, com muitos peregrinos, provenientes de muitas regiões do Brasil, ver a fé deles. A Ela, mesmo se de longe, entregamos cada um de vocês, intenções que estão em seus corações, a nossa felicidade, perseverança e as vocações que Maria Santíssima já escolheu. 

O Papa deixou suas três palavras: 1. Manter a esperança 2. Deixar-se surpreender por Deus 3. Viver na alegria. Caros amigos, se caminhamos na esperança, deixando-nos surpreender pelo vinho que Jesus nos oferece, no nosso coração existirá a alegria e devemos testemunhar esta alegria. O cristão é alegre, nunca é triste. Fomos bater na porta da casa de Maria. Ela nos abriu, nos fez entrar e nos mostra seu Filho. Agora ela nos pede: "Fazei tudo o que ele vos disser" (Jo 2,5). Sim, Mãe, nós nos empenhamos a fazer aquilo que Jesus nos dirá! E o faremos com esperança, confiantes nas surpresas de Deus e repletos de alegria.

Missionária Anna Brizzi
Conselheira para a evangelização


Legenda da foto: Anna Brizzi com Stephanie, na Basílica de Aparecida, em São Paulo.

Veja também os vídeos:

http://www.kolbemission.org/flex/cm/pages/ServeBLOB.php/L/PT/IDPagina/1

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Rainha do mundo e da paz

Considera com que justa disposição refulgiu, já antes da assunção, o admirável nome de Maria por toda a terra. Sua fama extraordinária por toda a parte se espalhou antes que sua magnificência fosse elevada acima dos céus. Pois convinha que a Virgem Mãe, em honra de seu Filho, primeiro reinasse na terra, em seguida,fosse recebida gloriosa nos céus. Fosse amplamente conhecida na terra, antes de entrar na santa plenitude. Levada de virtude em virtude, fosse assim exaltada de claridade em claridade pelo Espírito do Senhor.  

Presente na carne, Maria antegozava as primícias do reino futuro, ora subindo até Deus com inefável sublimidade, ora descendo até os irmãos com inenarrável caridade. Lá recebia os obséquios dos anjos, aqui era venerada pela submissão dos homens. Servia-lhe Gabriel com os anjos; ao lado dos apóstolos servia-lhe João, feliz por lhe ter sido confiada a Virgem Mãe a ele, virgem. Alegravam-se aqueles por vê-la rainha; estes por sabê-la senhora. Todos a obedeciam de coração. 

E ela, assentada no mais alto cume das virtudes, repleta do oceano dos carismas divinos, do abismo das graças, ultrapassando a todos, derramava largas torrentes ao povo fiel e sedento. Concedia a saúde aos corpos e às almas, podendo ressuscitar da morte da carne e da alma. Quem jamais partiu de junto dela doente ou triste ou ignorante dos mistérios celestes? Quem não voltou para casa contente e jubiloso, tendo impetrado de Maria, a Mãe do Senhor, o que queria? 

Ela é esposa repleta de tão grandes bens, mãe do único esposo, suave e preciosa nas delícias. Ela é como fonte dos jardins inteligíveis, poço de águas vivas e vivificantes, que correm impetuosas do Líbano divino, fazendo descer do monte Sião até às nações estrangeiras vizinhas rios de paz e mananciais de graças vindas do céu. E assim, ao ser elevada a Virgem das Virgens por Deus e seu Filho, o rei dos reis, no meio da exultação dos anjos, da alegria dos arcanjos e das aclamações de todo o céu, cumpriu-se a profecia do Salmista que diz ao Senhor: Está à tua destra a rainha recoberta de bordados a ouro, em vestes variadas (Sl 44,10).

Das Homilias de Santo Amadeu, bispo de Lausana
(Séc.XII)

sábado, 17 de agosto de 2013

Teu corpo é santo e cheio de glória

Nas homilias e orações para o povo na festa da Assunção da Mãe de Deus, santos padres e grandes doutores dela falaram como de uma festa já conhecida e aceita. Com a maior clareza a expuseram; apresentaram seu sentido e conteúdo com profundas razões, colocando especialmente em plena luz o que esta festa temem vista: não apenas que o corpo morto da Santa Virgem Maria não sofrera corrupção, mas ainda o triunfo que ela alcançou sobre a morte e a sua celeste glorificação, a exemplo de seu Unigênito, Jesus Cristo.

São João Damasceno, entre todos o mais notável pregoeiro desta verdade da tradição, comparando a Assunção em corpo e alma da Mãe de Deus com seus outros dons e privilégios, declarou com vigorosa eloquência: “Convinha que aquela que guardara ilesa a virgindade no parto, conservasse seu corpo, mesmo depois da morte, imune de toda corrupção. Convinha que aquela que trouxera no seio o Criador como criancinha fosse morar nos tabernáculos divinos. Convinha que a esposa, desposada pelo Pai, habitasse na câmara nupcial dos céus. Convinha que, tendo demorado o olhar em seu Filho na cruz e recebido no peito a espada da dor, ausente no parto, o contemplasse assentado junto do Pai. Convinha que a Mãe de Deus possuísse tudo o que pertence ao Filho e fosse venerada por toda criatura como mãe e serva de Deus”.

São Germano de Constantinopla julgava que o fato de o corpo da Virgem Mãe de Deus estar incorrupto e ser levado ao céu não apenas concordava com sua maternidade divina, mas ainda conforme a peculiar santidade deste corpo virginal: “Tu, está escrito, surges com beleza (cf. Sl 44,14); e teu corpo virginal é todo santo, todo casto, todo morada de Deus; de tal forma que ele está para sempre bem longe de desfazer-se em pó; imutado, sim, por ser humano, para a excelsa vida da incorruptibilidade. Está vivo e cheio de glória, incólume e participante da vida perfeita”.
Outro antiquíssimo escritor assevera: “Portanto, como gloriosa mãe de Cristo, nosso Deus salvador, doador da vida e da imortalidade, foi por ele vivificada para sempre em seu corpo na incorruptibilidade; ele a ergueu do sepulcro e tomou para si, como só ele sabe”.

Todos estes argumentos e reflexões dos santos padres apóiam-se como em seu maior fundamento nas Sagradas Escrituras. Estas como que põem diante dos olhos a santa Mãe de Deus profundamente unida a seu divino Filho, participando constantemente de seu destino.

De modo especial é de lembrar que, desde o segundo século, os santos padres apresentam a Virgem Maria qual nova Eva para o novo Adão: intimamente unida a ele – embora com submissão – na mesma luta contra o inimigo infernal (como tinha sido previamente anunciado no proto-evangelho [cf. Gn 3,15]), luta que iria terminar com a completa vitória sobre o pecado e a morte, coisas que sempre estão juntas nos escritos do Apóstolo das gentes (cf. Rm 5 e 6; 1Cor 15,21-26.54-57). Por este motivo, assim como a gloriosa ressurreição de Cristo era parte essencial e o último sinal desta vitória, assim também devia ser incluída a luta da santa Virgem, a mesma que a de seu Filho, pela glorificação do corpo virginal. O mesmo Apóstolo dissera: Quando o que é mortal se revestir de imortalidade, então se cumprirá o que foi escrito: A morte foi tragada pela vitória (1Cor 15,54; cf. Os 13,14).

Por conseguinte, desde toda a eternidade unida misteriosamente a Jesus Cristo, pelo mesmo desígnio de predestinação, a augusta Mãe de Deus, imaculada na concepção, virgem inteiramente intacta na divina maternidade, generosa companheira do divino Redentor, que obteve pleno triunfo sobre o pecado e suas consequências, ela alcançou ser guardada imune da corrupção do sepulcro, como suprema coroa dos seus privilégios. Semelhantemente a seu Filho, uma vez vencida a morte, foi levada em corpo e alma à glória celeste, onde, rainha, refulge à direita do seu Filho, o imortal rei dos séculos.

Da Constituição Apostólica Munificentíssimus Deus, do papa Pio XII
(Séc.XX)

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Do zelo apostólico que se deve ter ao procurar a salvação e santificação das almas

Maximiliano Maria Kolbe nasceu na Polônia no dia 8 de janeiro de 1894. Ainda adolescente, ingressou na Ordem dos Frades Menores Conventuais e foi ordenado sacerdote em Roma, no ano de 1918. Animado de filial piedade para com a Virgem Mãe de Deus, fundou uma confraria religiosa com o nome de “Milícia de Maria Imaculada”, que se propagou de modo extraordinário tanto em sua pátria como em outras regiões. Chegando ao Japão como missionário, aplicou-se em difundir a fé cristã sob os auspícios e patrocínio da mesma Virgem Imaculada. Finalmente, regressando à Polônia, tendo padecido, por ocasião da guerra que então grassava, terríveis atrocidades no campo de concentração de Auschwitz, distrito de Cracóvia, consumou sua fecunda vida num holocausto de caridade, a 14 de agosto de 1941.


Muito me alegra, caro irmão, o zelo que te inflama na promoção da glória de Deus. Pois observamos com tristeza, em nossos tempos, não só entre os leigos mas também entre os religiosos, a doença quase epidêmica que se chama indiferentismo, que se propaga de várias formas. Ora, como Deus é digno de infinita glória, nosso primeiro e mais importante ideal deve ser, com nossas exíguas forças, lhe darmos o máximo de glória, embora nunca possamos dar  quanto de nós, pobres peregrinos, ele merece.

Como a glória de Deus resplandece principalmente na salvação das almas que Cristo remiu com seu próprio sangue, o desejo mais elevado da vida apostólica será procurar a salvação e santificação do maior número possível. E quero brevemente dizer-te qual o melhor caminho para este fim, isto é, para conseguir a glória divina e a santificação de muitas almas. Deus, ciência e sabedoria infinita, sabendo o que, de nossa parte, mais contribui para aumentar sua glória, manifesta-nos a sua vontade sobretudo pelos seus ministros na terra.

É a obediência, e ela só, que nos indica a vontade de Deus com evidência. O superior pode errar, mas não é possível que nós, ao seguirmos a obediência, sejamos levados ao erro. Só poderia haver uma exceção se o superior mandasse algo que incluísse – mesmo em grau mínimo – uma violação da lei divina; pois, neste caso, o superior não seria fiel intérprete de Deus.

Só Deus é infinito, sapientíssimo, santíssimo e clementíssimo, Senhor, Criador e Pai nosso, princípio e fim, sabedoria, poder e amor; tudo isso é Deus. Tudo que não seja Deus só vale enquanto se refere a ele, Criador de tudo e Redentor dos homens, último fim de toda a criação. É ele que nos manifesta a sua adorável vontade por meio daqueles que o representam, e nos atrai a si, querendo, deste modo, atrair por nós outras almas, unindo-as a si em amor cada vez mais perfeito.

Vê, irmão, quão grande é, pela misericórdia divina, a dignidade de nossa condição! Pela obediência com que ultrapassamos os limites de nossa pequenez e conformamo-nos à vontade divina, que nos dirige com sua infinita sabedoria e prudência, a fim de agirmos com retidão. Pode-se até dizer que, seguindo assim a vontade de Deus à qual nenhuma criatura pode resistir, nos tornamos mais fortes que tudo.

Esta é a vereda da sabedoria e da prudência, este é o único caminho pelo qual possamos dar a Deus maior glória. Pois, se existisse caminho diferente e mais alto, certamente Cristo no-lo teria manifestado com sua doutrina e exemplo. Ora, a divina Escritura resumiu a sua longa permanência em Nazaré com estas palavras: E era-lhes submisso (Lc 2,51), como nos indicou toda a sua vida ulterior sob o signo da obediência, mostrando que desceu à terra para fazer a vontade do Pai.

Amemos por isso, irmão, amemos sumamente o amantíssimo Pai celeste, e deste amor seja prova a nossa obediência, exercida em grau supremo quando nos exige o sacrifício da própria vontade. Não conhecemos, para progredir no amor a Deus, livro mais sublime que Jesus Cristo crucificado.

Tudo isso conseguiremos mais facilmente pela Virgem Imaculada, a quem a bondade de Deus confiou os tesouros da sua misericórdia. Pois não há dúvida que a vontade de Maria seja para nós a própria vontade de Deus. E, quando nos dedicamos a ela, tornamo-nos em suas mãos como instrumentos, como ela própria, nas mãos de Deus. Portanto, deixemo-nos dirigir por ela, ser conduzidos por ela, e sejamos calmos e seguros por ela guiados: pois cuidará de nós, tudo proverá e há de socorrer-nos prontamente nas necessidades do corpo e da alma, afastando nossas dificuldades e angústias.

Das Cartas de São Maximiliano Maria Kolbe
(Séc. XX)


Oração:

Ó Deus, inflamastes São Maximiliano Maria, presbítero e mártir, com amor à Virgem Imaculada e lhe destes grande zelo pastoral e dedicação ao próximo. Concedei-nos, por sua intercessão, que trabalhemos intensamente pela vossa glória no serviço do próximo, para que nos tornemos semelhantes ao vosso Filho até a morte. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Fonte: Liturgia das horas



terça-feira, 13 de agosto de 2013

"Meu olhar está continuamente atraído por novos horizontes" (São Maximiliano Kolbe)

14 de Agosto de 2013.
Festa de
São Masximiliano.

Esperança nossa, salve!
11 de agosto de 2013.


«Certamente você compreendeu, pelo menos uma parte, o quanto seja grande o privilégio de ter por inspirador, por mestre e guia ao longo do seu caminho o mártir da caridade: São Maximiliano Kolbe.
Gostaria de poder cantar para você as suas glórias!

Gostaria de falar para você sobre seus celestes privilégios, das suas duas coroas, da sua vocação à vida franciscana, da sua aguda e profunda inteligência, da sua culturar multifacetada, das suas intuições teológicas ao redor do mistério da Imaculada.

Gostaria de levar você a Cracóvia, a Grodno, a Niepokalanów, enquanto ele trabalhava para construir a Cidade da Imaculada.
Gostaria de levar você nos trens, nos navios, nos carros enquanto ele corre incansavelmente, porque deve ser fiel aos compromissos com o Japão, a China, a Coréia, a Rússia, a Índia, a Itália, a França e quem sabe a quantos outros Países ainda.

Gostaria de fazer você sentir as palavras com que responde a quem o aconselha de se cuidar:  "Se vive uma vez só, se morre uma vez só... A vida vale enquanto é vivida por um ideal; e o meu ideal é  a Imaculada, e todos os irmãos que vivem no erro e no pecado".

Gostaria levar você no cadeia de Pawiak e de Auschwitz, no campo de extermínio... Sim, gostaria que você o visse, na cela da fome, confortar aqueles condenados a morte, consolá-los, confessá-los, sorrir e beijá-los.

Como gostaria, neste momento, de saber falar para você ainda de Padre Kolbe; como gostaria de entrar no íntimo do seu espírito, para que você possa redescobrir cada dia mais o abismo inesgotável daquela riqueza que fez de Padre Kolbe o apaixonado de Maria, o faminto de almas e a expressão concreta do Evangelho.

Então verei você sentir gritar de alegria, verei você sorrir de amor, verei você andar no caminho da perfeição; e verei desaparecer do seu rosto aquela tristeza que muitas vezes parece tornar você infeliz».

Eis caríssimas missionárias, voluntários e missionários, o que o Padre nos escrevia em 1997.  Como seria lindo que cada um de nós, com o coração repleto de gratidão pelo dom de São Maximiliano, pudesse continuar este canto de louvor na serenidade, na alegria de servir e de doar-se.

Também o Papa Francisco nos convida continuamente a ser homens e mulheres de alegria, que deixaram entrar Cristo na sua vida, e com  generosidade e entusiasmo o anunciam nas estradas da vida para alargar sempre mais os horizontes do amor.

Isto é o que desejo para mim e para vocês também na solenidade da Assunção de Nossa Senhora, que queremos viver em comunhão na alegria e no reconhecimento.  
Boa festa de são maximiliano!

Missionária Giovanna Venturi
Diretora Geral

Nono dia da novena de Padre kolbe: tudo está consumado

Em nome do Pai...

Canto

Introdução:

Há uma extraordinária semelhança entre a oferta de si consumada por Cristo e a oferta de vida de São Maximiliano por um desconhecido companheiro de prisão no campo de concentração de Auschwitz. Contemplando as etapas da “paixão” de Maximiliano, queremos celebrar o amor de Deus pelo homem. Cada santo é, de fato, “louvor e glória da sua graça” (cf. Ef 1,6), porque no seu testamento se renova o mistério pascal de Cristo, a sua morte e a ressurreição.

9ª Etapa: “Tudo está consumado”

“Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo ao Pai, como amasse os seus que estavam no mundo, até o extremo os amou” (Jo 13,1).

“Ao término da terceira semana, restavam vivos somente quatro prisioneiros, entre els Padre Kolbe. A cela era necessária para outras vítimas. Boch aplicou em cada um as injeções endovenosas de ácido venenoso.

Padre Kolbe, com a oração nos lábios, estendeu ele mesmo o braço ao carrasco. Não podendo resistir àquilo que os meus olhos viam, e com o pretexto de ter que ir trabalhar no escritório, saí. Quando saiu o guarda com o carrasco, retornei à cela, onde encontrei Padre Maximiliano Kolbe sentado, apoiado à parede, com os olhos abertos e a cabeça inclinada sobre o ombro esquerdo (era a sua posição habitual). O seu rosto sereno e belo estava radiante. O seu corpo estava limpíssimo e luminoso (cândido). O seu rosto resplandecia de serenidade, diferente dos outros mortos que estavam deitados no chão e com os sinais do sofrimento no rosto” (Borgowiec).

“Logo que Judas saiu, Jesus disse: Agora é glorificado o Filho do Homem, e Deus é glorificado nele” (cf. Jo 13,31).

Não tem maior amor do que este:
- dar a vida pelos próprios amigos.

Pai Nosso...
Ave Maria...
Glória...


Oremos:

Ó Deus, que destes à Igreja e ao mundo São Maximiliano Maria Kolbe, sacerdote e mártir, ardente de amor pela Virgem Imaculada, inteiramente dedicado à missão apostólica e ao serviço heróico do próximo, pela sua intercessão concede-nos, para a glória do vosso nome, empenharmo-nos sem reserva pelo bem da humanidade, para imitar na vida e na morte o Cristo teu Filho. Amém.

Novena em espanhol produzida pelas Missionárias da Imaculada-Padre Kolbe, na Bolívia: http://www.goear.com/listen/6aaa680/3-dia-novena-al-p-kolbe-misioneras-p-kolbe

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Oitavo dia da novena de Padre Kolbe: tenho sede!

Em nome do Pai...

Canto

Introdução:

Há uma extraordinária semelhança entre a oferta de si consumada por Cristo e a oferta de vida de São Maximiliano por um desconhecido companheiro de prisão no campo de concentração de Auschwitz. Contemplando as etapas da “paixão” de Maximiliano, queremos celebrar o amor de Deus pelo homem. Cada santo é, de fato, “louvor e glória da sua graça” (cf. Ef 1,6), porque no seu testamento se renova o mistério pascal de Cristo, a sua morte e a ressurreição.

8ª Etapa: “Tenho sede!”

“Em seguida, sabendo Jesus que tudo estava consumado, para se cumprir plenamente a Escritura, disse: Tenho sede!” (cf Jo 19,28).

É aqui que se manifesta a sede que Deus tem do homem. Aquela dos dez prisioneiros é uma morte alucinante, o sofrimento leva à loucura. A pior de todas as coisas é a sede, terrível na escura cela do bunker. Mas é uma outra sede que impulsiona Padre Kolbe a cantar hinos e cânticos religiosos: sede de Deus.

“Da cela, onde estavam os infelizes, se ouviam todos os dias as orações recitadas em alta voz, o Rosário e cânticos religiosos aos quais se associavam também os prisioneiros das outras celas. As calorosas orações e os hinos à santíssima Virgem se difundiam por todo o subterrâneo. Parecia-me estar em uma igreja” (Borgowiec).

“Veio uma mulher da Samaria tirar água. Pediu-lhe Jesus: Dá-me de beber” (Jo 4,7).

Não tem maior amor do que este:
- dar a vida pelos próprios amigos.

Pai Nosso...
Ave Maria...
Glória...


Oremos:

Ó Deus, que destes à Igreja e ao mundo São Maximiliano Maria Kolbe, sacerdote e mártir, ardente de amor pela Virgem Imaculada, inteiramente dedicado à missão apostólica e ao serviço heróico do próximo, pela sua intercessão concede-nos, para a glória do vosso nome, empenharmo-nos sem reserva pelo bem da humanidade, para imitar na vida e na morte o Cristo teu Filho. Amém.

Novena em espanhol produzida pelas Missionárias da Imaculada-Padre Kolbe, na Bolívia: http://www.goear.com/listen/6aaa680/3-dia-novena-al-p-kolbe-misioneras-p-kolbe

sábado, 10 de agosto de 2013

Sétimo dia da novena de Padre Kolbe: o dom da Mãe

Em nome do Pai...

Canto

Introdução:

Há uma extraordinária semelhança entre a oferta de si consumada por Cristo e a oferta de vida de São Maximiliano por um desconhecido companheiro de prisão no campo de concentração de Auschwitz. Contemplando as etapas da “paixão” de Maximiliano, queremos celebrar o amor de Deus pelo homem. Cada santo é, de fato, “louvor e glória da sua graça” (cf. Ef 1,6), porque no seu testamento se renova o mistério pascal de Cristo, a sua morte e a ressurreição.

7ª Etapa: o dom da Mãe

“Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse à sua mãe: Mulher, eis aí teu filho!” (Jo 19,25-26).

“O servo de Deus tinha especial devoção a Nossa Senhora e frequentemente convidava a rezar e a confiar nela... Aconselhou-me a rezar e colocar-me sob a proteção de Maria santíssima e somente com a ajuda de Maria pude resistir...” (Gajowniczek).

“Algumas vezes me queixei com ele. Mas o Servo de Deus rapidamente me tranquilizou com pensamentos que me inspiravam confiança na Imaculada...
Uma outra vez, tendo-lhe dito que não aguentava mais, respondeu-me: “Consagra-te à Imaculada, Ela pode tirar-te dos problemas. Se dás uma mão à Imaculada e a outra a Cristo, podes caminhar tranquilamente no escuro e não poderá te acontecer nenhum mal, como a uma criança no colo dos pais” (Zweda).

“Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E dessa hora em diante o discípulo a levou para a sua casa” (Jo 19,27).

Não tem maior amor do que este:
- dar a vida pelos próprios amigos.

Pai Nosso...
Ave Maria...
Glória...


Oremos:

Ó Deus, que destes à Igreja e ao mundo São Maximiliano Maria Kolbe, sacerdote e mártir, ardente de amor pela Virgem Imaculada, inteiramente dedicado à missão apostólica e ao serviço heróico do próximo, pela sua intercessão concede-nos, para a glória do vosso nome, empenharmo-nos sem reserva pelo bem da humanidade, para imitar na vida e na morte o Cristo teu Filho. Amém.

Novena em espanhol produzida pelas Missionárias da Imaculada-Padre Kolbe, na Bolívia: http://www.goear.com/listen/6aaa680/3-dia-novena-al-p-kolbe-misioneras-p-kolbe

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Sexto dia da novena de Padre Kolbe

Em nome do Pai...

Canto

Introdução:

Há uma extraordinária semelhança entre a oferta de si consumada por Cristo e a oferta de vida de São Maximiliano por um desconhecido companheiro de prisão no campo de concentração de Auschwitz. Contemplando as etapas da “paixão” de Maximiliano, queremos celebrar o amor de Deus pelo homem. Cada santo é, de fato, “louvor e glória da sua graça” (cf. Ef 1,6), porque no seu testamento se renova o mistério pascal de Cristo, a sua morte e a ressurreição.

6ª Etapa: a força do perdão

“E Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem. Eles dividiram as suas vestes e as sortearam” (Lc 23,34).

Ao médico Francisco Wlodarski foi dito por um paciente nazista, o chefe do bunker da fome com o qual mantinha bom relacionamento, que Kolbe provocava “um trauma psíquico, um choque” nos SS que deviam sustentar o seu olhar: um olhar faminto não de pão, mas de desejo de libertá-los do mal.

“Padre Kolbe não pedia nada e não se lamentava nunca.
Olhava diretamente nos olhos, com intensidade, daqueles que entravam na cela. Aqueles olhos, os seus, que eram sempre tão inacreditavelmente penetrantes. Os homens da SS não podiam sustentar o seu olhar e esbravejavam: “Olha para o chão, não para nós!” (Borgowiec).

“Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, vosso Pai celeste também vos perdoará” (Mt 6,14).

Não tem maior amor do que este:
- dar a vida pelos próprios amigos.

Pai Nosso...
Ave Maria...
Glória...


Oremos:

Ó Deus, que destes à Igreja e ao mundo São Maximiliano Maria Kolbe, sacerdote e mártir, ardente de amor pela Virgem Imaculada, inteiramente dedicado à missão apostólica e ao serviço heróico do próximo, pela sua intercessão concede-nos, para a glória do vosso nome, empenharmo-nos sem reserva pelo bem da humanidade, para imitar na vida e na morte o Cristo teu Filho. Amém.

Novena em espanhol produzida pelas Missionárias da Imaculada-Padre Kolbe, na Bolívia: http://www.goear.com/listen/6aaa680/3-dia-novena-al-p-kolbe-misioneras-p-kolbe

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Quinto dia da novena de Padre Kolbe: eis o homem

Em nome do Pai...

Canto

Introdução:

Há uma extraordinária semelhança entre a oferta de si consumada por Cristo e a oferta de vida de São Maximiliano por um desconhecido companheiro de prisão no campo de concentração de Auschwitz. Contemplando as etapas da “paixão” de Maximiliano, queremos celebrar o amor de Deus pelo homem. Cada santo é, de fato, “louvor e glória da sua graça” (cf. Ef 1,6), porque no seu testamento se renova o mistério pascal de Cristo, a sua morte e a ressurreição.

5ª Etapa: “Eis o homem”

“Quando os pontífices e os guardas o viram, gritaram: Crucifica-o! Crucifica-o! Falou-lhes Pilatos: Tomai-o vós e crucificai-o, pois eu não acho nele culpa alguma” (Jo 19,6).

“Ouvi, por acaso, os SS que falavam entre eles sobre Kolbe. Estavam admirados pela sua coragem e com o seu comportamento. Um deles disse: ‘Aqui nunca tivemos um padre como aquele. Deve ser um homem muito excepcional em tudo’” (Borgowiec).

“O sacrifício de Padre Kolbe provocou uma grande impressão nas mentes dos prisioneiros, porque no campo não aconteciam manifestações de amor ao próximo; um prisioneiro refutava dar a um outro um pedaço de pão, e aqui aconteceu o caso de um ter ofertado a própria vida por um outro prisioneiro desconhecido a ele” (Stemler).

“O centurião que estava diante de Jesus, ao ver que ele tinha expirado assim, disse: Este homem era realmente o Filho de Deus!” (Mc 15,39).

Não tem maior amor do que este:
- dar a vida pelos próprios amigos.

Pai Nosso...
Ave Maria...
Glória...


Oremos:

Ó Deus, que destes à Igreja e ao mundo São Maximiliano Maria Kolbe, sacerdote e mártir, ardente de amor pela Virgem Imaculada, inteiramente dedicado à missão apostólica e ao serviço heróico do próximo, pela sua intercessão concede-nos, para a glória do vosso nome, empenharmo-nos sem reserva pelo bem da humanidade, para imitar na vida e na morte o Cristo teu Filho. Amém.

Novena em espanhol produzida pelas Missionárias da Imaculada-Padre Kolbe, na Bolívia: http://www.goear.com/listen/6aaa680/3-dia-novena-al-p-kolbe-misioneras-p-kolbe

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Quarto dia da novena de Padre Kolbe: a oferta da vida

Em nome do Pai...

Canto

Introdução:

Há uma extraordinária semelhança entre a oferta de si consumada por Cristo e a oferta de vida de São Maximiliano por um desconhecido companheiro de prisão no campo de concentração de Auschwitz. Contemplando as etapas da “paixão” de Maximiliano, queremos celebrar o amor de Deus pelo homem. Cada santo é, de fato, “louvor e glória da sua graça” (cf. Ef 1,6), porque no seu testamento se renova o mistério pascal de Cristo, a sua morte e a ressurreição.

4ª Etapa: a oferta da vida

“Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem a mim, como meu Pai me conhece e eu conheço o Pai. Dou a minha vida pelas minhas ovelhas... Ninguém a tira de mim, mas eu a dou de mim mesmo e tenho o poder de a dar, como tenho o poder de a reassumir. Tal é a ordem que recebi de meu Pai” (Jo 10, 14.15.18).

“Depois da escolha dos dez prisioneiros, Padre Maximiliano saiu da fila e tirando o boné se apresentou, em posição de sentido, diante do Comandante.  “Sou um sacerdote católico polonês; sou velho, quero tomar o lugar dele (indica Gajowniczek), pois ele tem mulher e filhos...”. O Comandante, surpreendido, pareceu que não conseguir encontrar a força para falar. Depois de um momento, com um aceno de mão, pronunciando a única palavra: “Fora!”, ordenou a Gajowniczek para voltar à fila deixada um momento antes. Desse modo Padre Maximiliano tomou o lugar do condenado” (Wlodarski).

“Assim como o Filho do Homem veio, não para ser servido, mas para servir e dar sua vida em resgate por uma multidão” (cf. Mt 20,28).

Não tem maior amor do que este:
- dar a vida pelos próprios amigos.

Pai Nosso...
Ave Maria...
Glória...


Oremos:

Ó Deus, que destes à Igreja e ao mundo São Maximiliano Maria Kolbe, sacerdote e mártir, ardente de amor pela Virgem Imaculada, inteiramente dedicado à missão apostólica e ao serviço heróico do próximo, pela sua intercessão concede-nos, para a glória do vosso nome, empenharmo-nos sem reserva pelo bem da humanidade, para imitar na vida e na morte o Cristo teu Filho. Amém.

Novena em espanhol produzida pelas Missionárias da Imaculada-Padre Kolbe, na Bolívia: http://www.goear.com/listen/6aaa680/3-dia-novena-al-p-kolbe-misioneras-p-kolbe

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Terceiro dia da novena de Padre Kolbe: rumo ao Calvário

Em nome do Pai...

Canto

Introdução:


Há uma extraordinária semelhança entre a oferta de si consumada por Cristo e a oferta de vida de São Maximiliano por um desconhecido companheiro de prisão no campo de concentração de Auschwitz. Contemplando as etapas da “paixão” de Maximiliano, queremos celebrar o amor de Deus pelo homem. Cada santo é, de fato, “louvor e glória da sua graça” (cf. Ef 1,6), porque no seu testamento se renova o mistério pascal de Cristo, a sua morte e a ressurreição.

3ª Etapa: rumo ao Calvário

“Levaram então consigo Jesus. Ele próprio carregava a sua cruz para fora da cidade, em direção ao lugar chamado Calvário, em hebraico Gólgota” (Jo 19,17).

Em 2 de maio de 1941, Padre Kolbe foi conduzido a Auschwitz. “Os recém-chegados” foram levados ao assim chamado comando “Babice”. Junto “com os outros prisioneiros desenterravam os troncos e cortavam as árvores que depois seriam usadas para construir cercas em torno dos campos pantanosos. O trabalho era feito rapidamente. Era verdadeiramente uma Via Crucis. Sobretudo uma vez foi terrível para Padre Kolbe. Krott (o chefe do comando) carregou as costas de Kolbe com os galhos mais pesados e depois lhe ordenou que corresse. Quando o sacerdote caiu, Krott lhe deu, sem piedade, chutes no rosto e no estômago, gritando: “Não quer trabalhar, folgado! Eu te farei ver o que quer dizer trabalhar!”. Ordenou a Kolbe que se deitasse em um tronco. Depois, entre todos os guardas, Krott escolhe o mais forte para dar a Kolbe cinquenta chicotadas. Depois de as receber, Kolbe estava incapaz de movimentar-se. Assim Krott o jogou no chão e jogou sobre ele os galhos” (Szweda).

“Respondeu Jesus: Não terias poder algum sobre mim, se de cima não te fora dado. Por isso, quem me entregou a ti tem pecado maior” (Jo 19,11).

Não tem maior amor do que este:
- dar a vida pelos próprios amigos.

Pai Nosso...
Ave Maria...
Glória...


Oremos:

Ó Deus, que destes à Igreja e ao mundo São Maximiliano Maria Kolbe, sacerdote e mártir, ardente de amor pela Virgem Imaculada, inteiramente dedicado à missão apostólica e ao serviço heróico do próximo, pela sua intercessão concede-nos, para a glória do vosso nome, empenharmo-nos sem reserva pelo bem da humanidade, para imitar na vida e na morte o Cristo teu Filho. Amém.

Novena em espanhol produzida pelas Missionárias da Imaculada-Padre Kolbe, na Bolívia:
http://www.goear.com/listen/6aaa680/3-dia-novena-al-p-kolbe-misioneras-p-kolbe

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Segundo dia da novena de Padre Kolbe: surrado e humilhado

Em nome do Pai...

Canto

Introdução

Há uma extraordinária semelhança entre a oferta de si consumada por Cristo e a oferta de vida de São Maximiliano por um desconhecido companheiro de prisão no campo de concentração de Auschwitz. Contemplando as etapas da “paixão” de Maximiliano, queremos celebrar o amor de Deus pelo homem. Cada santo é, de fato, “louvor e glória da sua graça” (cf. Ef 1,6), porque no seu testamento se renova o mistério pascal de Cristo, a sua morte e a ressurreição.

2ª Etapa: surrado e humilhado

“Disse-lhe Jesus: É, então, para isso que vens aqui? Em seguida, adiantaram-se eles e lançaram mão em Jesus para prendê-lo” (Mt 26,50).

“Quando (o inspetor nazista) avistou Padre Kolbe com o hábito religioso, me pareceu que fosse ter um ataque; agarrou o crucifixo de Padre Kolbe e arrancando-o aos puxões gritava: “E você acredita nisto?”. Ao que Padre Kolbe, com a máxima calma respondeu: “Creio, e como!”. O alemão fica vermelho de raiva. Repetiu por três vezes a pergunta e por três vezes recebeu a mesma resposta e três vezes o esbofeteou. Não obstante a isso, Padre Kolbe permaneceu totalmente calmo.

Depois que o chefe nazista saiu, Padre Kolbe procurou acalmar-nos dizendo: “Isto é uma tolice, é tudo pela Mãezinha” (Gniadek).

“Entretanto, os homens que guardavam Jesus escarneciam dele e davam-lhe bofetadas.  Cobriam-lhe o rosto e diziam: Adivinha quem te bateu! (Lc 22,63-64).

Não tem maior amor do que este:
- dar a vida pelos próprios amigos.

Pai Nosso...
Ave Maria...
Glória...


Oremos

Ó Deus, que destes à Igreja e ao mundo São Maximiliano Maria Kolbe, sacerdote e mártir, ardente de amor pela Virgem Imaculada, inteiramente dedicado à missão apostólica e ao serviço heróico do próximo, pela sua intercessão concede-nos, para a glória do vosso nome, empenharmo-nos sem reserva pelo bem da humanidade, para imitar na vida e na morte o Cristo teu Filho. Amém.

Novena em espanhol produzida pelas Missionárias da Imaculada-Padre Kolbe, na Bolívia: http://www.goear.com/listen/65401c1/1-dia-novena-al-p-kolbe-misioneras-p-kolbe

domingo, 4 de agosto de 2013

Primeiro dia da novena de Padre Kolbe: contemplação da paixão

Em nome do Pai...

 
Canto
 
Introdução:
 
Há uma extraordinária semelhança entre a oferta de si consumada por Cristo e a oferta de vida de São Maximiliano por um desconhecido companheiro de prisão no campo de concentração de Auschwitz. Contemplando as etapas da “paixão” de Maximiliano, queremos celebrar o amor de Deus pelo homem. Cada santo é, de fato, “louvor e glória da sua graça” (cf. Ef 1,6), porque no seu testamento se renova o mistério pascal de Cristo, a sua morte e a ressurreição.

1ª Etapa: “Vigiai comigo”

“Levou consigo Pedro, Tiago e João; e começou a ter pavor e a angustiar-se. Disse-lhes: A minha alma está numa tristeza mortal; ficai aqui e vigiai” (Mc 14,33-34).

Na noite de 16 de fevereiro de 1941, vigília da sua prisão, Padre Kolbe “pediu a cinco irmãos e muitos outros que estavam com ele desde os primeiros dias também em Grodno, para se unirem a ele para um breve comunicado. Tinha um pequeno doce”, recorda Frei Gabriele, “e o dividiu exatamente como na última ceia foi dividido o pão entre os Apóstolos. Todos sentiram que era uma ocasião especial, de algum modo era uma ocasião solene”.

Kolbe falou-lhes do relacionamento entre Maria, a Mãe de Deus, e a Santíssima Trindade. Não obstante a dificuldade do argumento, Frei Gabriel recorda: “Padre Maximiliano falou de modo bem acessível que todos entendemos muito bem”.

Naquela noite, como Cristo na vigília da sua paixão, não dormiu: também ele, de fato, intuía que a “hora” estava para chegar. Às 2 horas da manhã, um confrade seu acordou e rezou com ele na sua cela. Às quatro horas um outro confrade recebeu a visita de Padre Kolbe e notou a palidez do seu rosto.

Ele entrou em agonia e orava ainda com mais instância, e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra” (Lc 22,44).

Não tem maior amor do que este:
- dar a vida pelos próprios amigos.

Pai Nosso...
Ave Maria...
Glória...

Oremos:

Ó Deus, que destes à Igreja e ao mundo São Maximiliano Maria Kolbe, sacerdote e mártir, ardente de amor pela Virgem Imaculada, inteiramente dedicado à missão apostólica e ao serviço heróico do próximo, pela sua intercessão concede-nos, para a glória do vosso nome, empenharmo-nos sem reserva pelo bem da humanidade, para imitar na vida e na morte o Cristo teu Filho. Amém.
 
Novena em espanhol produzida pelas Missionárias da Imaculada-Padre Kolbe, na Bolívia: http://www.goear.com/listen/65401c1/1-dia-novena-al-p-kolbe-misioneras-p-kolbe