domingo, 29 de junho de 2014

Doar a vida para Deus


A alegria de se consagrar totalmente a Deus por meio dos votos de castidade, pobreza e obediência: profissão de Katia Colombo!

https://www.youtube.com/watch?v=fKRSru1kpDI

Foto: Stefania Pilastro

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Ao Sagrado Coração

Ó Jesus, cujo coração divino é símbolo vivente de amor infinito, atrai as nossas almas para a vossa doce intimidade. Vós, que vos consumistes pela glória de Pai e pela salvação dos homens, fazei com que a nossa vida seja um contínuo testemunho de amor por vós. Oferecemo-vos os nossos sentidos, tão prontos para dispersão; o nosso coração, tão inconstante; a nossa carne, tão frágil. Tudo aquilo que temos e somos, oferecemo-lo a vós a fim de que nos tornemos um agradável holocausto de amor.

Glória ao Pai...

Doce coração de Jesus,
fazei que eu te ame cada vez mais.


Ó Jesus, cujo coração divino experimentou até a agonia o peso e a gravidade do pecado, tornai o nosso coração sensível à tragédia da humanidade, que resiste ao vosso amor. Pelos nossos pecados e por todos os pecados que comentem no mundo, queremos oferecer-vos a nossa generosa reparação, unindo-a ao vosso sacrifício redentor. Aceitai-a das mãos da Virgem reparadora como um ato de fé e de amor.

Glória ao Pai...

Doce coração de Jesus,
fazei que eu te ame cada vez mais.


Ó Jesus, cujo coração divino arde do desejo de levar todos os homens ao amor do Pai, acendei também em nós a chama do apostolado. Que a nossa vida se torne um testemunho do evangelho, com o ardor da palavra e a eficácia do exemplo. Que a vossa graça nos ajude a atrair as almas para o reino do vosso amor, onde a humanidade, unificada no vosso nome, formará uma só família no abraço eterno do Pai.

Glória ao Pai...

Doce coração de Jesus,
fazei que eu te ame cada vez mais.


Jesus manso e humilde de coração,
fazei o nosso coração semelhante ao vosso.

Oremos:
"Concedei, ó Deus todo-poderoso, que, alegrando-nos pela solenidade do coração do vosso Filho, meditemos as maravilhas de seu amor e possamos receber, desta fonte de vida, uma torrente de graças. Por nosso Senhor Jesus Cristo..." 

Fonte: Perseverantes na oração, p.42-43, e liturgia diária.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Padre Kolbe e o pão da vida

Meditaremos, a partir deste mês, sobre o dom da Eucaristia que é central na vida de Padre Kolbe. Como sempre, deixamo-nos guiar pela Palavra:

“E, reparando a multidão que nem Jesus nem os seus discípulos estavam ali, entrou nas barcas e foi até Cafarnaum à sua procura. Encontrando-o na outra margem do lago, perguntaram-lhe: Mestre, quando chegaste aqui? Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: buscais-me, não porque vistes os milagres, mas porque comestes dos pães e ficastes fartos. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que dura até a vida eterna, que o Filho do Homem vos dará.” (Jo 6,24-35)

A afirmação de fundo é clara: ter fome é uma necessidade fundamental do homem. Na história de Israel esta necessidade foi levada em consideração por Deus que no deserto saciou o povo com o maná. E hoje? Jesus responde assim: somente quem “vai a Ele e crê Nele” encontrará uma resposta plena e definitiva para a sua fome e para sua sede! Não há mais uma terra onde corre leite e mel, mas há um encontro que muda radicalmente a nossa história: o encontro com “Aquele que é” pão e fonte para saciar a fome e a sede.

A Eucaristia é fundamental para compreender a lógica do “dom total de si”.

Da familiaridade com Deus, do ter bebido do cálice do seu Amor, nasce uma energia capaz de mudar a nós e aos outros, porque é a Eucaristia mesma que nos educa à difícil arte do dom. É a Eucaristia que faz nascer uma mentalidade de acolhida e uma cultura de doação.

São Maximiliano aprendeu aos pés do altar a arte da caridade. Na escola da Eucaristia, o discípulo Kolbe não oferece algo de si, mas “parte” a sua vida pelos outros, deixa-se fazer em pedaços, demonstrando em Auschwitz o amor maior. Para ele “a Eucaristia é a força da alma”  e, para que o sacramento da Eucaristia pudesse liberar toda a sua força e eficácia, na sua vida dava muita importância à preparação imediata à Santa Missa e à ação de graças a seguir, porque dizia que “se pode e se deve antecipar e prolongar com o bom cumprimento dos próprios deveres e com o cuidado de proporcionar alegria ao coração de Jesus”. “Para se fazer uma boa comunhão é necessário meia jornada de preparação e meia de agradecimento.” O agradecimento depois da Santa Missa ele o fazia em não menos que 20 minutos e ficava totalmente imerso nesta oração . O que fazia nestes momentos? Às vezes ficava em adoração silenciosa. Para tentar saber mais é preciso recorrer às recomendações que ele dava aos seus confrades, não sem antes ele mesmo tê-las colocado em prática. A primeira está na própria etimologia da palavra eucaristia: os exortava a “render graças” pelos benefícios recebidos, sendo que o maior de todos é a vinda de Deus eterno e onipotente em um coração humano e frágil . Conhecemos a oração que Padre Kolbe dirige ao Senhor Jesus em novembro de 1929:

“Permaneceste nesta mísera terra
no santíssimo e desmedidamente admirável Sacramento do altar
e agora vens a mim e te unes intimamente a mim sob a forma de alimento...
Já agora o teu Sangue corre no meu sangue,
a tua alma, ó Deus encarnado, compenetra a minha alma, lhe dá força e a nutre...”

A maravilha de Padre Kolbe não tem limite. Logo após esta oração exclama: “Quão grandes milagres! Quem ousaria supor?...”
Na conferência do dia 10 de março de 1940 diz aos seus irmãos:
“A nossa alma se torna um tabernáculo vivente, e ainda mais. Porque a alma de Jesus se une à nossa e se torna a alma da nossa alma. Impossível entender tudo isso, nós podemos apenas sentir os efeitos”.

Padre Kolbe agradecia a Deus pelas graças recebidas porque “a gratidão aumenta as graças e para recebê-las cada vez mais precisa rezar muito, sobretudo depois da comunhão”. Dizia ainda: “Depois da Santa Comunhão falar pra Jesus tudo o que te faz sofrer, pedir conselho: é o agradecimento.” Em suas meditações repetia frequentemente a si mesmo: “Esforce-se ao máximo para agradar a Jesus como preparação e agradecimento.”

Não deixava de celebrar a Santa Missa por nenhum motivo. Celebrava – contam as testemunhas – com ardor e alegria. Mas esta alegria se transformava em tristeza quando sobrevinha algum impedimento. Com grande desgosto teve que renunciar a celebrar a Missa por causa da doença em Cracóvia, de 18 de janeiro a 3 de fevereiro de 1922, ou mais tarde em Niepokalanów. Outras causas, depois, mudaram os seus projetos, como as dificuldades de encontrar uma igreja, ou mesmo nas longas viagens como a travessia da Sibéria de trem de 26 de junho a 3 de julho de 1930.

A partir de 17 de fevereiro de 1941 a impossibilidade se tornou cada vez mais radical. Nos cem dias que passou em Pawiak, pode ser que tenha conseguido celebrar um ou duas vezes. Mas em Auschwitz isso era algo fora de questão. Em uma homilia pronunciada na Casa Kolbe, no dia 15 de outubro de 1977, o Cardeal Wojtyla lembrou que apesar da impossibilidade de celebrar no sentido sacramental, “ele celebrou até o fim, com a sua vida e com a sua morte, o santo sacrifício”.

A Eucaristia é o amor que arde e queima a sua existência pela vida do mundo. Pode-se notar isso pela intenção da sua primeira Missa, celebrada na Igreja de Sant'Andrea delle Frtatte, no altar da aparição da Imaculada. Não a celebrou pelos pais, pelos parentes ou por aqueles que o conduziram ao altar, como gostam de fazer os neo-sacerdotes, mas rezou pela conversão de Sara Petkowitsch, pelos cismáticos, pelos não católicos, pelos maçons . E, no santinho-recordação que distribuiu depois da Missa aos fiéis mostrava eloqüentemente quanto de mais precioso lhe importasse como dom para eles: a Eucaristia, representada pelo cálice com a Hóstia nas mãos dos anjos e sob este símbolo um escrito: “Eis a bondade do nosso divino Salvador e o seu amor pelos homens!” “Se os anjos pudessem sentir ciúmes dos homens, sentiriam por causa de uma coisa só: a Santa Comunhão.” E ainda: “Quanta graça, quanta dignidade poder receber a Santa Comunhão.”

O seu amor pela Eucaristia não se enfraquecerá com o tempo, pelo contrário, crescerá junto com as dificuldades inevitáveis da vida. Durante a Santa Missa concentra-se com todo o seu ser no mistério que celebra a ponto de chamar a atenção dos presentes. Dos testemunhos emerge que era impossível distrair-se quando celebrava o Padre Maximiliano.

Angela Sposito
Missionária da Imaculada-Padre Kolbe

Polônia

Todo o dia 14, as Missionárias da Polônia estarão depositando na cela de Padre Kolbe as intenções enviadas para o e-mail: celakolbe@kolbemission.org

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Mensagem do Papa Francisco por ocasião da abertura da Copa do Mundo de Futebol 2014 no Brasil

Queridos amigos,

É com grande alegria que me dirijo a vocês todos, amantes do futebol, por ocasião da abertura da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Quero enviar uma saudação calorosa aos organizadores e participantes; a cada atleta e torcedor, bem como a todos os espectadores que, no estádio ou pela televisão, rádio e internet, acompanham este evento que supera as fronteiras de língua, cultura e nação.

A minha esperança é que, além de festa do esporte, esta Copa do Mundo possa tornar-se a festa da solidariedade entre os povos. Isso supõe, porém, que as competições futebolísticas sejam consideradas por aquilo que no fundo são: um jogo e ao mesmo tempo uma ocasião de diálogo, de compreensão, de enriquecimento humano recíproco. O esporte não é somente uma forma de entretenimento, mas também - e eu diria sobretudo - um instrumento para comunicar valores que promovem o bem da pessoa humana e ajudam na construção de uma sociedade mais pacífica e fraterna. Pensemos na lealdade, na perseverança, na amizade, na partilha, na solidariedade. De fato, são muitos os valores e atitudes fomentados pelo futebol que se revelam importantes não só no campo, mas em todos os aspectos da existência, concretamente na construção da paz. O esporte é escola da paz, ensina-nos a construir a paz.

Nesse sentido, queria sublinhar três lições da prática esportiva, três atitudes essenciais para a causa da paz: a necessidade de “treinar”, o “fair play” e a honra entre os competidores. Em primeiro lugar, o esporte ensina-nos que, para vencer, é preciso treinar. Podemos ver, nesta prática esportiva, uma metáfora da nossa vida. Na vida, é preciso lutar, “treinar”, esforçar-se para obter resultados importantes. O espírito esportivo torna-se, assim, uma imagem dos sacrifícios necessários para crescer nas virtudes que constroem o carácter de uma pessoa. Se, para uma pessoa melhorar, é preciso um “treino” grande e continuado, quanto mais esforço deverá ser investido para alcançar o encontro e a paz entre os indivíduos e entre os povos “melhorados”! É preciso “treinar” tanto…

O futebol pode e deve ser uma escola para a construção de uma “cultura do encontro”, que permita a paz e a harmonia entre os povos. E aqui vem em nossa ajuda uma segunda lição da prática esportiva: aprendamos o que o “fair play” do futebol tem a nos ensinar. Para jogar em equipe é necessário pensar, em primeiro lugar, no bem do grupo, não em si mesmo. Para vencer, é preciso superar o individualismo, o egoísmo, todas as formas de racismo, de intolerância e de instrumentalização da pessoa humana. Não é só no futebol que ser “fominha” constitui um obstáculo para o bom resultado do time; pois, quando somos “fominhas” na vida, ignorando as pessoas que nos rodeiam, toda a sociedade fica prejudicada.

A última lição do esporte proveitosa para a paz é a honra devida entre os competidores. O segredo da vitória, no campo, mas também na vida, está em saber respeitar o companheiro do meu time, mas também o meu adversário. Ninguém vence sozinho, nem no campo, nem na vida! Que ninguém se isole e se sinta excluído! Atenção! Não à segregação, não ao racismo! E, se é verdade que, ao término deste Mundial, somente uma seleção nacional poderá levantar a taça como vencedora, aprendendo as lições que o esporte nos ensina, todos vão sair vencedores, fortalecendo os laços que nos unem.

Queridos amigos, agradeço a oportunidade que me foi dada de lhes dirigir estas palavras neste momento – de modo particular à Excelentíssima Presidenta do Brasil, Senhora Dilma Rousseff, a quem saúdo – e prometo minhas orações para que não faltem as bênçãos celestiais sobre todos. Possa esta Copa do Mundo transcorrer com toda a serenidade e tranquilidade, sempre no respeito mútuo, na solidariedade e na fraternidade entre homens e mulheres que se reconhecem membros de uma única família. Muito obrigado!

Papa Francisco

Fonte: Vaticano (vatican.va)

Ou assista ao vídeo:

sábado, 7 de junho de 2014

Novena de Pentecostes: o frudo do Espírito é DOMÍNIO DE SI

Nono dia

São Maximiliano nos dizia...

Que jamais busquemos fazer nada "de impulso", mas nos preocupemos sobretudo em reconquistar a serenidade, em nos entregarmo-nos à vontade de Deus, à vontade da Imaculada, e somente depois agir e com serenidade, para evitar que erremos. Vencemos a nós mesmos, humildes na serenidade por amor de Jesus.

ORAÇÃO A MARIA

Virgem Imaculada, mulher do santo desejo, e pacífica ação materna e inspiradora iluminada de toda abertura ao projeto de Deus, concede também a nós o desejo, úncido mas infinito, de agradar a Deus, com a resposta, sempre diliegente, ao seu querer, conscientes dos dons recebidos na fidelidade aos compromissos assumidos, na alegre celebração do seu inefável plano de amor. Amém.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Novena de Pentecostes: o fruto do Espírito é MANSIDÃO

Oitavo dia

São Maximiliano nos dizia...

Não acredite em todas as coisas e não contar rapidamente as coisas que escutou; não seja precipitado nas questões. Quanto um é manso tanto mais é sábio.

ORAÇÃO A MARIA

Ó Virgem da mansidão, cuja docilidade perfeita ao Espírito constitui o cume mais alto e a dimensão admirável da maravilhosa e intacta sua personalidade, torne simples o nosso coração: semlhante ao seu. Seja livre, aberto, generoso, sobretudo sensível e pronto à discreta moção do Espírito. Faça-me discípulo manso e dócil, à grande escola da vontade de Deus, dimensão onde o amor providente chama e o amor obediente responde. Amém.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Novena de Pentecostes: o fruto do Espírito é FIDELIDADE

Sétimo dia

São Maximiliano nos dizia...

A graça para nós mesmos e para os outros, no entanto, é sustentada com a humilde oração, com a mortificação e com a fidelidade no cumprimento dos próprios deveres, inclusive aqueles mais simples. Quanto mais a alma estiver próxima de Deus, mais ela é agradável a Deus, quanto mais ela o ama e é amada por Ele, mais ela é capaz de ajudar também os outros a obter a graça divina, mais facilmente e plenamente a sua oração é atendida.

ORAÇÃO A MARIA

Mãe nossa, Virgem da Encarnação, obrigada pelo seu sim, porque acreditou no amor do Pai, e por isso, do profundo da sua pobreza, confiante naquele em que nada é impossível, disse: "Sim, eu sou a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a sua vontade". Senhora do sim, ajuda-nos a compreender a profundidade e a maturidade do seu sim. O Espírito Santo que tomou posse de você, preparou aos poucos essa resposta. Maria, ensina-nos a dizer cotidianamente sim. Faça que hoje possamos dizer mais uma vez sim, o sim do nosso batismo, o sim da nossa consagração. Enisna-nos a dizer sim com muita fé, muita confiança e espírito contemplativo. Ensina-nos a dizer sim à Palavra e aos irmãos; a dizer sim na totalidade do nosso compromisso. Amém.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Novena de Pentecostes: o fruto do Espírito é BONDADE

Sexto dia

São Maximiliano Kolbe nos dizia...

Reflita muitas vezes sobre a bondade de Deus e sua grandeza (a partir das criaturas, pelo fato de que eles provêm de Deus e são bons), porque não basta que o fogo tenha em si mesmo a possibilidade de arder e que a madeira seja seca, mas é essencial aproximar a madeira do fogo. (SK 987/B)

ORAÇÃO A MARIA

Virgem bondosa, ensina-me a ser bom, com uma bondade que saiba descobrir nos outros as qualidades e os lados amáveis do caráter, e que saiba fechar os olhos para os defeitos, uma bondade que tenha confiança nos outros e coloque neles grandes esperanças, as esperanças da graça, uma bondade que se dê facilmente, uma bondade que não pára por qualquer ato rude ou se feche por qualquer decepção, uma bondade aberta a todos, especialmente aos menos simpáticos e menos dotados, que perdoe rapidamente as ofensas e as enterre no esquecimento, uma bondade que se reaviva incessantemente colocando sobre os outros o olhar do amor de Cristo! Amém.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Novena de Pentecostres: o fruto do Espírito é PACIÊNCIA

Quinto dia

São Maximiliano nos dizia...

Tudo posso naquele que me dá a força através das mãos da Imaculada... posso inclusive tornar-me santo; então coragem e sempre em frente na paciência e na fé amorosa. É necessário que as atribulações externas e internas (...) nos purifiquem. É necessário muita paciência também para conosco mesmos e até com o bom Deus que por amor nos prova.

ORAÇÃO A MARIA

Virgem amável e paciente, ensina-nos a dominar-nos, sobretudo nos momentos difíceis e a não ceder à cólera, nem ao mau humor. Ajuda-nos a manter habitualmente a paciência com um amor fervoroso, decidido a tudo suportar pelo próximo, com a vontade de sacrificar-nos ao seu serviço. Venha em nosso auxílio quando  estivermos tentados em manifestar o nosso descontentamento, em demonstrar a nossa irritação com censuras, em replicar as palavras e os atos que nos ofendem; dá-nos a coragem de ficar em silêncio do que dizer uma palavra dura. Porque mostrou a todos uma delicada amabilidade, inspira-nos a solicitude constante de ser amável com todos aqueles que estão ao nosso redor, contribuir para à alegria deles, para que possam experimentar o amor de Cristo, e para chegar até eles uma modesta reflexão da sua grande bondade. Amém.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Novena de Pentecostes: o fruto do Espírito é BENEVOLÊNCIA

Quarto dia

São Maximiliano Kolbe nos dizia...

Ama os seus inimigos, sobretudo quanto mais numerosos forem os desgostos que esses fizeram a você, porque (Jesus ensinou a você): "Pai, perdoa-lhes porque eles não sabem o que fazem" (Lc 23,34). Os irmãos que  estão crucificando são um tesouro: ame-os! Ser crucificado por amor é a única felicidade na terra.

ORAÇÃO A MARIA

Maria, Mãe da benevolência, amo-nos intensamente. Agora mais do que nunca precisamos de seu amor. Proteja aqueles que, perturbados pelas dificuldades ou desanimados com o sofrimento, estão presos pela desconfiança e pelo desespero. Àqueles que tudo vai mal, dá o conforto; suscita neles a saudades de Deus e a fé no seu infinito poder que salva. Ama aqueles em que Deus concedeu beleza, sentimentos bons e fortes, para que esses dons não se estraguem em coisas vãs e inúteis, mas com esses fazem felizes aqueles que não têm nenhum. Ama, finalmente, aqueles que não nos ama mais. Maria, Mãe da benevolência, mãe de todos nós, dá-nos esperança, paz, amor.

domingo, 1 de junho de 2014

Novena de Pentecostes: o fruto do Espírito é PAZ

Terceiro dia

São Maximiliano nos dizia...

Deixa-se conduzir pela Imaculada na paz... a qual provêm do amor. Sirva Deus na paz e na alegria; o nosso Deus é o Deus da paz. Evite a tristeza, por qualquer razão que seja, mesmo se fosse justificada do modo mais evidente. Mantenha sempre a paz e a serenidade de espírito. Deixemos todas as preocupações à Imaculada. Ela é capaz de transformar tudo em um bem maior.

ORAÇÃO A MARIA:

Virgem da tranquilidade e serenidade, ajuda-nos a estabelecer-nos na paz que seu Filho nos deu, restituindo-nos a amizade divina. Desde o início de sua vida, pelo privilégio da Imaculada Conceição, você é colocada nesta amizade; desde então, você sempre manteve uma paz íntima, com a certeza inabalável de ser amada por Deus. Fortalecida por esta convicção, você pôde, quando os problemas e ansiedades cruzaram a sua vida, manter a serenidade do fundo do seu coração. Tranquilize os movimentos impetuosos ou muito irritados do nosso ser, e dê-nos o hábito de uma confiança suave. Virgem da tranquilidade de Nazaré, que difundia paz ao seu redor, com a serenidade, expande nossa alma ainda prisioneira das suas preocupações; livra-nos de toda ansiedade, a fim de que o nosso coração se tornando mais calmo, possa se tornar um coração mais amoroso. Amém.