quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Festa da Medalha Milagrosa - Virgem do globo

Sempre acreditei na medalha milagrosa com toda a força da minha fé. A sua mensagem, uma das maiores e mais extraordinárias destes últimos séculos, confirmou que esta é a hora de Maria, a qual preanuncia os tempos nos quais, segundo a expressão cara Catarina Labouré, “as almas respirarão Maria como os corpos respiram o ar” (S. Luis M. Grignion de Montfort, tratado da verdadeira devoção a Maria,, n. 217)

A Medalha Milagrosa, além de um pequeno livro de fé, pode ser definida como um pequeno tratado de mariologia.

Podemos dizer que, exatamente por causa dessa visão, a medalha contribuiu notavelmente a fim de preparar os ânimos para a definição do dogma da Imaculada Conceição, vinte e quatro anos mais tarde. De fato no dia 8 de dezembro de 1854, através da carta apostólica Innefabilis Deus, o Papa Pio IX proclamou o dogma da Imaculada Conceição.

Contudo, além dessa finalidade imediata, que já se realizou, quantas coisas ainda diz a esplendida visão da Imaculada para o olhar atento do cristão que a contempla! A visão da “toda pura”, que esmaga a cabeça da serpente infernal recorda ao homem a triste história da humanidade pecadora.
Todos os homens passam da tenaz do pecado original, da qual são libertados somente pela graça do batismo. Somente Maria foi isenta dela. E esse singular privilégio, mais do que ofender a universalidade da Redenção humana, realizada por Cristo, exalta o poder do divino Redentor, que com seus méritos preservou Maria, sua mãe, de incorrer na herança comum: Maria foi remida com uma redenção preventiva, que a  tornou imune de contrair o pecado original desde o primeiro momento da sua concepção.

Que alegria para a humanidade essa vitória de Maria, que marca a primeira de todas as vitórias por Ela ganha contra o inferno e contra suas insidias! A igreja canta: “Gaude Maria Virgo, cunctas haereses sola interemisti in universo mundo”, “ Alegrai-vos, ó virgem Maria! Por ti foram vencidas todas as heresias do mundo.

A vitória será infalível para quem mergulhar com confiança na luz de suas graças.
Vamos virar a medalha e ler o seu reverso. Tudo retorna, mas numa luz mais panorâmica e mais ampla: um “M” com uma cruz em cima, dois corações, doze estrelas. Quanto simbolismo nesses poucos traços!

O “M” com uma cruz em cima representa Maria com o Cristo crucificado em relação à nossa Redenção. Esse mistério nos leva necessariamente ao mistério da Encarnação do Verbo e também do próprio mistério de Deus Uno e Trino, fonte de todo ser e de toda vida.

O primeiro homem, criado inocente por Deus, prevaricou comendo o fruto proibido. O seu pecado repercutiu negativamente em toda a sua descendência, que desde o momento de sua concepção está sujeita a mancha original. Deus misericordioso, porém, não deixou o homem na infelicidade da sua própria sorte. Deu-lhe uma tábua de salvação: prometeu-lhe um Salvador, no qual encontraria reconciliação e vida.

Na plenitude dos tempos, a segunda Pessoa da Santíssima Trindade, o Verbo de Deus, toma carne humana no seio de Maria e, após uma vida terrena de trinta e três anos, vivido em meio aos homens, sobe ao calvário para ser imolado ao Pai pela Redenção do mundo.

Na cruz se realiza a obra da nossa salvação e a nossa pacificação com Deus: “Pois nele aprouve a Deus fazer habitar toda plenitude e reconciliar por ele e para ele todos os seres, os da terra e os do céus, realizando a paz pelo seu sangue da sua cruz” (Cl 1, 19-20).


O lugar da Virgem nesse plano divino de restauração do mundo é de capital importância. Ela está ao lado do Cristo Redentor, e não podemos concebê-la senão ao lado dele, porque a sua parte na nossa salvação vem imediatamente após a de Jesus. Através dela, de fato, Jesus é oferecido ao mundo e, através dela, o mundo retornará a Jesus: eis a missão de Maria nos projetos de Deus, que quis associa-la a toda obra do divino Redentor.

Padre Faccenda

Terceiro dia do tríduo para a festa da Medalha Milagrosa - Maria: Mãe que acompanha e ama seus filhos.

Em nome do Pai...

Canto

Dos Escritos do Padre Faccenda

Na medalha milagrosa São Maximiliano enxergava um sinal da bondade de Maria e da sua suplicante potência e também um sinal do seu materno amor.
Amor que foi revelado mais uma vez quando o judeu Afonso Ratisbonne se converteu a Deus, exatamente em Roma, na igreja de Sant’Andrea dele Fratte, depois da aparição de Maria, da mesma forma que a vemos na primeira face da medalha, a ele doada por um amigo.
Aos pés desse altar, no silencio da igreja, o jovem Maximiliano tinha meditado e rezado muitas vezes, ali tinha celebrado a sua primeira missa em 29 de abril de 1918. E o pacto com a medalha milagrosa acompanha-o a vida toda como pasto de amor e de confiança.

São Maximiliano Kolbe:

Não é necessário muito tempo para doar-se para sempre à Imaculada, para carregar a sua medalhinha e para repetir uma vez ao dia a breve jaculatória. Que façam ao menos alguma coisa pela Imaculada e lentamente Ela entrará  em seus corações, os purificará e inflamará de amor pelo coração de Jesus, um amor que trará alegria.

Oração:

Ó Mãe Imaculada, fazei que a cruz de vossa Medalha brilhe sempre diante de meus olhos, suavize as penas da vida presente e me conduza à vida eterna.

Rezar 3 Ave-Marias, acrescentando em cada uma: "Ó Maria Concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós".
Pai Nosso...
Glória ao Pai...

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Segundo dia do Tríduo da festa da Medalha Milagrosa: Maria, Mãe que nos conduz ao seu Filho Jesus.

Em nome do Pai...

Canto ao Espírito

Dos escritos do Padre Faccenda:

A medalha milagrosa era para Padre Kolbe um tratado de mariologia (Cf. SK 1331; SK 206) porque nas duas faces da própria medalha que a Virgem tinha entregado a Catarina Labouré em 1830, em Paris, na Rue du Bac, ele discernia toda a missão de Maria. Desde a sua Imaculada Conceição à sua realidade no mundo e, então à sua mediação. Da sua estreitíssima cooperação na ação redentora do Filho à devoção e à consagração ao seu coração doloroso e Imaculado, para andar com Ela ao coração de Jesus.

Dos escritos de São Maximiliano Kolbe:

Sobre a Medalha milagrosa, pois está impressa a jaculatória: ‘Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós’. A Imaculada mesma coloca na nossa boca esta oração, revelando-a a nós e recomendando-nos de rezá-la. Coloquemos em prática, portanto, também esta recomendação. Além disso, dado que existem muitos que não recorrem a Ela. Nós ajudamos: ‘e por todos quantos não recorrem a Vós’.

Oração:

Ó Virgem Imaculada da Medalha Milagrosa, fazei que esses raios luminosos que irradiam de vossas mãos virginais iluminem minha inteligência para melhor conhecer o bem, e abrasem meu coração com vivos sentimentos de fé, esperança e caridade.


Rezar 3 Ave-Marias, acrescentando em cada uma: "Ó Maria Concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós".
Pai Nosso...
Glória ao Pai...

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Triduo da festa da Medalha Milagrosa - Maria: Mãe que intercede por seus filhos

Iniciemos hoje o tríduo em preparação para a festa da medalha milagrosa, junto com São Maximiliano Kolbe e Padre Faccenda.

Em nome do Pai

Canto

Dos Escritos de Padre Faccenda:

Poderá causar estranheza o fato que Padre Maximiliano tenha dado tanta importância à medalha milagrosa.
Logo ele- que amava a substância das coisas, que procurava a profundidade da doutrina, a solidez da piedade cristã- quer que os consagrados da Milícia da Imaculada não portem outro sinal distinto que a medalha milagrosa, deseja que ela seja o meio potente, continuo e bem especificado no seu apostolado. A sua própria vida é constelada de episódios que nos revelam a confiança que colocava naquilo que ele, sempre original, chamava de munição (Cf. SK 1248; SK 1088; SK 1127); e que doava em grande quantidade desde que era estudante em Roma, depois nas múltiplas fases da sua atividade; especialmente nos momentos em que esteve em Zakopane; durante as missões populares, os encontros com as crianças, com os adultos e com os enfermos (Cf. SK 1122; SK 1066).

Dos escritos de São Maximiliano Kolbe:

Distribuir a sua medalha onde for possível, também as crianças, a fim de que a carreguem ao peito, aos anciãos e sobretudo aos jovens, a fim de que sob sua proteção tenham as forças suficientes para superar as numerosas tentações e insidias que caem sobre eles nesses nossos tempos.

Oração

Ó Virgem Milagrosa, Rainha excelsa, Imaculada Senhora, sede minha advogada, meu refúgio e asilo nesta terra, minha fortaleza e defesa na vida e na morte, meu consolo e glória no céu.

Rezar 3 Ave-Marias, acrescentando em cada uma: "Ó Maria Concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós".
Pai Nosso...
Glória ao Pai...

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Experiência missionária: dizer sim a Deus!

Gessica Jesus Silva, em Jarinu - SP.
Nesse último final de semana (8 e 9/11), fui à cidade de Jarinu, uma cidade próxima de Atibaia - SP, juntamente com a Missionária Adrina Costa e o casal dona Laura e o senhor João, onde fizemos a divulgação da Rádio Imaculada Conceição e da Milícia da Imaculada. No primeiro dia, rezamos o santo terço na casa de uma família de pessoas simples e de muita fé, que queriam ser ouvidas, receber um abraço, um sorriso, que testemunhavam com um brilho no olhar as experiências que tiveram com Deus e a Virgem Maria; foi um momento muito bonito. Eles veneram a Virgem Imaculada de uma forma toda particular, têm por Ela uma confiança, que sinceramente me surpreendeu, eles veem Maria como de fato ela é, uma mãe que cuida, ama e intercede por seus filhos.

Jarinu é uma cidade pequena, porém de um povo com uma fé grandiosa, fiquei encantada com a simplicidade e a acolhida daquelas pessoas, que quando viam a imagem de Nossa senhora, faziam o sinal da cruz, em sinal de respeito; homens, mulheres, idosos e crianças, vi nelas um Deus acolhedor, generoso, um Deus que é bondade, que é amor. O clima, o ar, as pessoas, o perfume da natureza, em tudo se podia sentir a presença de Deus, recordo-me de uma frase de Padre kolbe, que retrata exatamente a sensação que tive: “Tudo que está ao nosso redor é um ato de amor do Sacratíssimo Coração. Tudo que está dentro e fora de nós está repleto de Deus. É amor.”

Só tenho que agradecer ao Senhor por me dar a oportunidade de viver essas experiências, de colocar-me à disposição e poder, a cada dia, dizer o meu sim livre e sincero. Agradeço pelas pessoas que encontro ao longo do caminho, por viver momentos assim, onde se vê o amor de Deus explícito em cada ação, palavra e gesto, alegro-me por fazer de minha vida um testemunho, onde o Deus que é alegria sorri com o meu sorriso, abraça com meus braços, vai ao encontro do outro caminhando com meus passos  e que ama e demonstra amor através das minhas ações.

Que a Virgem Imaculada nos dê força e coragem para prosseguirmos na caminhada sem esmorecer, confiando sempre no Deus que é Amor.

Gessica Jesus Silva
Jovem em experiência no Instituto Missionárias da Imaculada-Padre Kolbe

terça-feira, 11 de novembro de 2014

“Lázaro, vem para fora!... Tomo o seu lugar”

Neste mês de novembro, dedicado à comemoração dos nossos queridos finados, meditamos, sempre a partir do Evangelho, sobre o sentido da vida eterna que é a vida vivida em Deus. No quarto Evangelho lemos: “Lázaro morreu” diz Jesus aos seus discípulos... “Mas vamos para junto dele” ... Marta... vai ao seu encontro e lhe diz: “Senhor, se estivesses aqui, meu irmão não teria morrido...” ... “Teu irmão ressuscitará... Eu sou a ressurreição e a vida” ... “Jesus chorou”. Este é o único versículo em todo o quarto Evangelho que fala do choro de Jesus. O choro de Jesus deve ser entendido com a expressão “verteu lágrimas”, ou seja, “chorou muito”. Jesus verteu lágrimas pela morte do amigo Lázaro, “chorou muito”. Jesus sente uma profunda perturbação diante da morte (v.33: perturbou-se). O nosso mal o perturba profundamente, mais do que se fosse seu: mexe com ele a ponto de tomar o lugar de Lázaro. De morrer por cada um de nós. Deixa-se tocar “na alma” pela dor das irmãs de Lázaro... e “gritou em alta voz: Lázaro, vem para fora!”. Deus chora e grita. Humaníssimo Jesus! Homem como nós, chora diante da morte do amigo. E ao mesmo tempo Deus para nós, grita a alta voz para dispersar o último inimigo, a morte. Lázaro pode vir para fora porque Cristo está entrando na tumba: “Então os sumos sacerdotes e os fariseus... decidiram matá-lo” (Jo 11,11-52). Inverte-se o antigo adágio: mors tua vita mea para mors mea vita tua (Morte tua vida minha para morte minha vita tua). Desde aquele dia, daquele 14 de nisan do ano 30 d.C., não podemos mais dizer, quando estamos envolvidos no vértice da morte: “Senhor, se estivesses aqui!”. Porque o Senhor Jesus está sempre aqui: não deve vir, porque nunca se foi e nunca deixou de estar aqui – como havia prometido – “todos os dias”. Nunca deixou de nos amar, está chorando conosco. Já começou a nos ressuscitar.

Padre Kolbe, como todos, teme a morte, mas se entrega a ela com fé e abandono. Vence a morte doando a sua vida. Ouvindo o pranto de um condenado à morte, perturba-se profundamente a ponto de pedir ao comandante do campo: “Tomo o lugar dele”. “Mors mea vita tua” não é o desprezo pelo mundo, nem o desprezo pelo corpo. É uma doação de si que funciona como contrapeso ao mal do mundo. O acolhe sobre si anulando-o no fogo do amor.

João Paulo II, em sua primeira viajem à Polônia, dirá em Auschwitz (7 de junho 1979): “Maximiliano kolbe conseguiu uma vitória semelhante a do próprio Cristo, através da fé e do amor … Alcançou a mais árdua das vitórias, a do amor capaz de perdoar e de esquecer”. Proclamou-o “ministro da vida” em Niepokalanòw (18 de junho de 1983), e “ministro da morte” em Auschwitz. São Maximiliano é ministro de toda a existência porque crê que “a morte não se improvisa. Se merece com toda a vida”.

Domingo, 16 de fevereiro, o dia anterior à sua prisão, Padre Maximiliano ditou uma meditação para os seus frades. Entre os pontos tocados estão o amor ao próximo e o perdão recíproco. “… Graças ao amor pela Imaculada me torno capaz de perdoar sempre e completamente. Quando o amor pela Imaculada acaba, apaga-se também o nosso amor recíproco. A Imaculada quer que conservemos a harmonia no amor. Queridos filhos, se na terra vivemos no amor, estamos já antegozando o céu. Tudo passará, mas o amor permanece para sempre. Com a amor entraremos na vida eterna, e no céu, na presença da Imaculada, o amor será purificado e elevado ao seu grau mais alto...”.

No dia seguinte, segunda-feira, 17 de fevereiro, deixando o convento de Niepokalanòw para ser deportado, tem apenas uma recomendação a fazer aos seus frades: “Onde quer que forem, não esqueçam de amar”. O amor é o respiro da sua vida. Ele compreendeu o essencial: o amor é mais forte que a morte (cf. Ct 8,6) . Com esta visão de vida pode cantar: “Qual paz e felicidade sentiremos no leito de morte ao lembrar que muito, muitíssimo nós teremos teremos feito e teremos sofrido pela Imaculada…” (SK 1159).

Que graça também nós podermos dizer, no leito de morte, estas mesmas palavras e tudo que Padre Kolbe confidenciou a Rodolfo Diem, médico em Auschwitz: “Rezei para poder amar a todos sem limites, consagrei minha vida para fazer o bem a todos os homens”.

Que a vida de cada um de nós seja um hino ao amor! E a morte? Um abraço Naquele que é procurado desde sempre. Desde sempre desejado e finalmente encontrado.

Angela Esposito
Missionária da Imaculada-Padre Kolbe

Polônia

Todo o dia 14, as Missionárias da Polônia estarão depositando na cela de Padre Kolbe as intenções enviadas para o e-mail: celakolbe@kolbemission.org

sábado, 1 de novembro de 2014

Cento Requiem

Esse exercício, em sufrágio das almas do Purgatório, consta dez Pai Nosso e de 100 "Requiem" ("O Eterno Repouso"). Pode-se usar uma simples coroa do Rosário e percorrê-la duas vezes dizendo:


- Um Pai Nosso.

- A invocação: "Meu Jesus, tende misericórdia das almas do Purgatório, especialmente da alma de N. N. e da alma mais abandonada."

- Dez vezes O Eterno Repouso: "Dai-lhes, Senhor, o eterno repouso, entre os resplendores da luz perpétua. Descansem em paz. Amém."

- Conclui-se com o Salmo 129 ("Das profundezas eu clamo"):

Das profundezas eu clamo a vós, Senhor, *
escutai a minha voz!
Vossos ouvidos estejam bem atentos *
ao clamor de minha prece!

Se levardes em conta nossas faltas, *
quem haverá de subsistir?
Mas em vós se encontra o perdão, *
eu vos temo e em vós espero.
No Senhor ponho a minha esperança, *
espero em sua palavra.
A minh´alma espera no Senhor *
mais que o vigia pela aurora.

Espere Israel pelo Senhor *
mais que o vigia pela aurora!
Pois no Senhor se encontra toda graça *
e copiosa redenção,
Ele vem libertar a Israel *
de toda a sua culpa.


Pai nosso ... (em silêncio até)
E não nos deixeis cair em tentação.
- Mas livrai-nos do mal.

Dai-lhes, Senhor, o eterno repouso. Entre os resplendores da luz perpétua.

E as almas dos fiéis defuntos, pela misericórdia de Deus, descansem em paz. Amém.

Oremos: "Ó Deus, Criador e Redentor de vossos fiéis, dai aos vossos filhos e filhas a remissão de todos os pecados, a fim de que obtenham por nossas súplicas o perdão que sempre desejaram. Por Cristo nosso Senhor. Amém."

Fonte: Perseverantes na oração, p. 168 - Edições da Imaculada.